By José Manuel Suárez, CC BY 2.0
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Futuro da água depende de diversificação de fontes e da redução de perdas

Avaliação foi feita por participantes de evento sobre segurança hídrica realizado pela FAPESP com o Instituto do Legislativo Paulista


Essa foi a opinião levantada por pesquisadores participantes do evento 'O Futuro da Água', realizado em 12 de março pela FAPESP com o Instituto do Legislativo Paulista ( ILP ), o quarto do Ciclo ILP - FAPESP de Ciência e Inovação.

Na avaliação de José Carlos Mierzwa, diretor técnico do Centro Internacional de Referência em Reúso de Água da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 'quando pensamos em gestão de recursos hídricos em regiões metropolitanas, todas as opções de abastecimento precisam ser consideradas, inclusive o reúso'. De acordo com Mierzwa, o reúso é uma opção para minimizar a demanda por recursos hídricos, sobretudo de atividades industriais e urbanas, que não necessitam de água potável.

Ricardo Hirata, do Centro de Pesquisas de Águas Subterrâneas da GEO-USP, apresentou estudo mostrando que o ideal para a Região Metropolitana de São Paulo seria um misto entre o uso de águas superficiais (rios e reservatórios) com o de águas subterrâneas (aquíferos).

A Espanha, por exemplo, utiliza uma técnica para injetar a água em excesso dos períodos chuvosos nos aquíferos, aumentando a disponibilidade de água nos períodos de estiagem.

Mais informações na matéria de Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP

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